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domingo, 26 de outubro de 2014

ATENTADO CONTRA A DEMOCRACIA DA REVISTA VEJA É PUNIDO PELO TSE...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O PALHAÇO TIRIRICA SUPERA AÉCIO NEVES.

Tiririca apresenta mais propostas no Congresso do que Aécio Neves

Tiririca apresenta mais propostas no Congresso do que Aécio Neves
FONTE: SITE FORMOSENSE/Tribuna Independente.

Francisco Everardo, o palhaço Tiririca, deputado federal mais votado por São Paulo, em 2010 com mais de um milhão de votos e que durante a campanha eleitoral, há quatro anos, dizia que não sabia o que fazia um deputado, mas prometia, depois de eleito, dizer aos eleitores.
Aécio Neves, senador da República por Minas Gerais, ex-governador daquele estado, filiado ao PSDB, de Fernando Henrique Cardoso e atual candidato a presidente da República.
Se algum eleitor fosse fazer uma comparação entre os dois parlamentares, certamente daria melhor qualidade ao segundo pela vasta experiência política que ele tanto difunde em suas propagandas eleitorais. Ledo engano. Os números e dados mostram que Tiririca, aquele que sequer sabia o que ir fazer na Câmara dos Deputados, apresentou mais propostas do que o senador tucano.
É um dos mais presentes às sessões ordinárias e extraordinárias, enquanto Aécio é um dos mais ausentes e foi considerado pelo site Congresso em Foco com um dos mais atuantes do país.
O candidato tucano ao Palácio do Planalto sequer foi citado. A mais recente proposta apresentada pelo dublê de deputado e palhaço foi a preocupação de atender os seus companheiros circenses que moram em trailers com o benefício do programa pelo Minha Casa, Minha Vida – programa habitacional do governo federal para a população de baixa renda, para financiar residências itinerantes.
O projeto foi aprovado na semana passada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

domingo, 20 de julho de 2014

FOLHA DE SÃO PAULO DETONA AÉCIO NEVES.

Folha de SP esculacha Aécio. Colunista citou “ 
 drogas” e o desvio de R$ 4,3 bi da saúde -
 Fonte:Ricardo   Melo /folha de São Paulo.

 Ninguém é obrigado a ser candidato a 

presidente. Mas quem abraça a causa deve 

saber que sua vida está sujeita a ser 

esquadrinhada –Mirian Cordeiro que o diga. O 

tucano Aécio Neves, agora candidato oficial 

do PSDB, parece incomodado nesta missão.

Ainda pré-candidato, Aécio começou mal. Decidiu fugir de perguntas incômodas, atacar as críticas como obra de um submundo e acionar a Justiça para tentar limpar uma biografia no mínimo controvertida. Nada a favor dos facínoras que inventam mentiras em redes sociais para desqualificar adversários. Mas daí a ignorar questionamentos vai uma distância enorme.

A repórter Malu Delgado, da revista "piauí", prestou um belo serviço ao escrever um perfil do tucano. Lá estão prós e contras, alinhados com sobriedade e rigor jornalístico. Cada um que chegue às suas conclusões. Por enquanto, elas soam desfavoráveis ao candidato.Deixe-se de lado qualquer falso moralismo. É direito do eleitor sabatinar quem se propõe a dirigir o país. A fronteira entre o público e o privado se esmaece, sem que isso signifique a condenação a priori de qualquer um.

Vídeos na internet mostram práticas nada republicanas, como gostam de falar, por parte do então governador de Minas Gerais. Entre outras façanhas em bares e blitze, montou uma tropa de choque midiática para sufocar críticas.Tanto fez que a guilhotina tucana decapitou sem piedade inúmeros jornalistas em Minas Gerais. Os testemunhos estão à disposição, basta querer ver e ouvir.

Sombras permanecem. A questão das drogas é uma delas, e cabe ao candidato refutá-las ou não; ao eleitor, mensurar a sinceridade dos depoimentos e até que ponto o tema interfere na avaliação do postulante. Aécio tem se embaralhado frequentemente no assunto. Adotou como refúgio a acusação de que tudo não passa de calúnias. Ao vivo, acusou jornalistas reconhecidamente sérios de dar vazão a rumores eletrônicos. Convenceu? Algo a conferir.

Na reportagem citada, destaca-se um mistério. Uma verba de R$ 4,3 bilhões, supostamente destinada à saúde, sumiu dos registros oficiais do Estado. Apesar de contabilizada na propaganda, a quantia inexiste nos livros de quem teria investido o dinheiro.O caso foi a arquivo sem ter o mérito da questão examinado. A promotora autora da denúncia insiste na ação de improbidade. Na falta de esclarecimentos dos acusados, aguarda-se o veredicto da Justiça.

Esqueletos à parte, na convenção de sábado (14) Aécio teve a chance de ao menos apresentar um programa que justificasse a candidatura. Perda de tempo. O evento faria corar a banda de música da finada UDN. Discursos mirabolantes se esforçaram para preencher o vazio de alternativas.Ouviram-se insistentemente anátemas contra a corrupção. Ninguém se referiu, contudo, às peripécias do mensalão mineiro e às manobras, também nada republicanas, do correligionário Eduardo Azeredo para escapar de uma condenação.

O distinto público continua sem saber se o salário mínimo vai mudar, se a aposentadoria fica como está, se haverá um tarifaço e quais medidas um governo tucano propõe para melhorar o bem-estar do povo. Ministérios serão cortados, esbraveja o senador. Mas quais? A reeleição, comprada a peso de ouro pelo seu partido na gestão FHC, vai mesmo acabar? A respeito disso tudo, o que ressoa é o eco das tais "medidas impopulares".

Em lugar de propostas, metáforas mal construídas que começam com brisa, crescem para ventania e acabam em tsunami. Talvez porque Minas não tenha acesso ao mar.Se quiser seguir em frente, Aécio Neves está muito a dever. Saiu da zona de conforto mineira, em que a imprensa é garroteada impiedosamente para abafar desmandos de gestão. O jogo mudou, e o neto de Tancredo deve providenciar urgentemente garrafas para vender.

Não adianta apostar apenas no erro do adversário. Amante de relógios caros, muitos deles capazes de quitar com seu valor dezenas e dezenas de prestações de aspirantes a uma casa própria, o tucano já deveria ter aprendido que quem sabe faz a hora, não espera acontecer.