sábado, 23 de março de 2013

BRASIL:O MELHOR DOS MUNDOS EXISTENTES.


Brasil é o melhor dos mundos existentes, diz sociólogo Domenico De Masi


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Para o sociólogo italiano Domenico De Masi, "o Brasil não é o melhor dos mundos possíveis, mas é o melhor dos mundos existentes".

"Depois de copiar o modelo europeu por 450 anos e o modelo americano por 50, agora que ambos estão em crise e ainda não há um novo para substituí-lo, chegou a hora de o Brasil propor um modelo para o mundo", diz De Masi.
De Masi desembarca no país para participar da primeira edição do "Refletir 

Brasil - Diálogo com a Brasilidade", em Paraty, de 20 a 22 de março. O evento reunirá intelectuais e lideranças em mesas temáticas sobre cultura, educação, economia, criatividade e sustentabilidade.
Professor da universidade romana de La Sapienza, De Masi, hoje aos 75 anos, se tornou internacionalmente conhecido em 2000, com o lançamento de "O Ócio Criativo".

Na obra, o autor defende a redução das jornadas de trabalho e a flexibilização do tempo livre, em um contexto mais adequado à globalização e à sociedade pós-industrial.

Desde então, tem se dedicado à análise da organização da cultura de trabalho criativo na vida contemporânea e a estudos comparativos sobre a herança de diferentes modelos de vida no mundo --do indiano, chinês ou japonês, ao muçulmano, judaico, católico ou protestante.

Leia abaixo trechos da entrevista concedida à Folha.

BRASIL

O Brasil ainda hoje é menos conhecido e valorizado do que merece. O Brasil é quase tão grande como a China, mas é uma democracia. O Brasil é quase três vezes maior que a Índia, tem quase o mesmo número de etnias e de religiões, mas vive em paz interna e em paz com os países limítrofes. O Brasil é quatro vezes maior que a zona do Euro, mas tem um único governo e fala uma única língua. O Brasil é o país onde há mais católicos, mas onde a população vive da forma mais pagã. O Brasil é o único país no mundo onde a cultura ainda mantém características de solidariedade, sensualidade, alegria e receptividade.

DESAFIOS

A força de um país não está apenas no seu crescimento econômico, mas principalmente na sua capacidade de distribuir igualmente a riqueza, o trabalho, o poder, o saber, as oportunidades e as proteções. Os desafios aqui são o analfabetismo, a violência e a desigualdade. É realizar esta redistribuição mais igualitariamente em comparação a outros países e manter a melhor relação entre economia e felicidade.

ITÁLIA

A Itália, depois de ter durante dois mil anos elaborado, praticado e oferecido um modelo clássico, renascentista, barroco, agora está cansada e não consegue projetar o futuro. A decadência é autodestrutiva. Depois de ter tentado se suicidar com Mussolini, agora a Itália vivencia um suicídio cômico com Berlusconi e Grillo

sexta-feira, 22 de março de 2013

ROMÁRIO E O GANGSTER JOSÉ MARIA MARIN PRESIDENTE DA CBF.


 

 


Romário diz que Marin tem 'linguajar de gangster' e pede intervenção da Fifa no COL

O deputado federal Romário (PSB-RJ) segue com os ataques ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin. Depois de sugerir a prisão do mandatário da entidade, o Baixinho, em discurso na sessão plenária da Câmara dos Deputados, pediu uma investigação da Fifa no Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014 e disse que o cartola tem um linguajar de "gangster".

Desta vez, porém, Romário estendeu as críticas para outros membros da CBF.
- As suspeitas de irregularidades não se esgotam no senhor Marin, mas se estendem à diretoria, em especial ao vice-presidente da CBF, Marco Polo del Nero. Em um linguajar típico de gangster, ele ameaça dois empresários e determina que nunca mencione seu nome, José Maria Marin, em negócios que parecem muito suspeitos diante do sigilo que se exige de todos - disparou o ex-jogador.

Na quarta-feira, Romário divulgou, no YouTube, uma gravação que mostra Marin dando uma bronca em duas pessoas, que estariam fazendo negócios com federações estaduais dizendo que são sócios do presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, e do deputado federal Vicente Cândido (PT-SP).

O Baixinho citou nominalmente a presidente Dilma Rousseff exigindo alguma medida mais drástica na CBF. Ele também pediu ação do Ministério Público e de Aldo Rebelo, ministro do Esporte, citado por Marin em um outra gravação.

NOVIDADES NAS GRADES DE TV PAGAS NO BRASIL.


Chega ao Brasil nova programadora de TV paga


O Brasil vai ganhar nos próximos meses um novo grupo de TV por assinatura: a Scripps Networks Interactive. A programadora de canais pagos americana está chegando ao país disposta a montar uma grande estrutura em São Paulo, de onde irá comandar toda a sua operação na América Latina.

A chegada da Scripps por aqui está sendo orquestrada por Márcio Fonseca, ex-vice-presidente de estratégia de vendas e desenvolvimento de negócios da Fox.

Ele será responsável pelas estratégias de crescimento do grupo na região, pelo lançamento de canais e avaliações de parcerias da marca Scripps Networks Interactive.

A base será em São Paulo, mas pequenos escritórios do grupo serão montados em outros países da América Latina.

Especializada em conteúdo sobre estilo de vida (decoração, gastronomia, turismo), a Scripps possui atualmente seis canais: Food Network, HGTV, Travel Channel, Cooking Channel e DIY network. Eles são exibidos na América do Norte, na Europa na África e na Ásia.

Já em conversas com operadoras de TV por assinatura, a Scripps ainda não definiu a ordem de prioridade de lançamento dos canais no Brasil. Mas o grupo está disposto a investir em produção nacional para atender às cotas da nova lei da TV paga.
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Fuga A TV aberta está perdendo audiência para a TV paga. E a TV paga está perdendo audiência para quem? Levantamento realizado pelo Tela Viva, site especializado em telecomunicações, aponta que a média de audiência diária da TV paga em 2012 foi de 14,09 pontos, ante 14,58 pontos em 2011. Cada ponto de ibope na TV paga equivale a 1% do universo de 16,5 milhões de domicílios com TV por assinatura.

Fuga 2 O mercado de TV paga acredita que está perdendo audiência para videogames, internet e para dispositivos móveis como tablets.

quinta-feira, 21 de março de 2013

JORNAL ESTADÃO CHAMA O POVO BRASILEIRO DE "BURRO".


SUAZILÂNDIA :ENQUANTO A FOME MATA A POPULAÇÃO O REI ROUBA A COMIDA DOADA PELO JAPÃO.



País africano vende 12 mil t de milho doado e guarda dinheiro em banco


O governo da Suazilândia, uma pequena nação do sul da África, vendeu cerca de 12 mil toneladas de milho doado por cerca de US$ 3 milhões e depositou o dinheiro em seu Banco Central. O alimento, proveniente do Japão, seria utilizado para amenizar o problema de fome no país. As informações são do site News on Japan.
A venda foi coordenada pelo Ministério de Economia e Desenvolvimento, em 2011, mas apenas veio a público nesta semana. Segundo assessores do governo, o Japão foi informado que o alimento seria vendido e o lucro revertido em investimentos, mas a informação não foi confirmada pelo país asiático.
Governada pelo último monarca absolutista da África, o rei King Mswati III, a Suazilândia enfrenta problemas de falta de alimentos desde os anos 70 e depende de ajuda internacional. Apesar das denúncias de corrupção na distribuição de comida, estatísticas mostram que a fome, que atingia dois terços da população local em 2007, atualmente castiga 1/10 dos cerca de 1,2 milhão de habitantes.
Em comunicado, o governo afirma que não é a primeira vez que vendas do tipo foram feitos e que o dinheiro foi usado para investimentos na agricultura regional.

quarta-feira, 20 de março de 2013

O PICOLÉ MAIS CARO DO PLANETA...


Dinheiro da Privataria voltando em forma de picolé?
    Por que Lemann e Verônica pagaram tanto pelo picolé? 

Tomando como exemplo a compra da gigante americana Heinz, pelo fundo 3G, de Jorge Paulo Lemann, há pouco mais de um mês, o negócio foi fechado por duas vezes o faturamento e 19 vezes o lucro da companhia. No caso da minúscula sorveteria Diletto, adquirida por Verônica Serra, filha de José Serra, e o bilionário Lemann, os parâmetros foram totalmente distintos, numa aquisição precificada em 17 vezes o faturamento de uma sorveteria que talvez ainda nem tenha começado a lucrar. Ou há muita confiança ou algo ainda permanece misterioso na transação.

Brasil 247 – No dia 14 de março deste ano, o fundo 3G, do bilionário Jorge Paulo Lemann, protagonizou a maior aquisição da história da indústria alimentícia. Por US$ 23 bilhões, ele e seus sócios compraram a gigantesca empresa norte-americana Heinz, dona da principal marca de ketchups do mundo.
Negócios desse porte sempre obedecem a critérios claros e objetivos. No caso da Heinz, o 3G pagou o equivalente a duas vezes o faturamento da Heinz, de US$ 11,5 bilhões no ano passado, e 19 vezes o lucro da companhia. Essa relação preço/lucro, o chamado P/E (price/earnings), é o principal parâmetro utilizado em avaliações de empresas.

Uma relação de dez vezes o lucro, muitas vezes, é adequada numa aquisição, mas há também casos em que se pagam prêmios, como no caso da Heinz.

Nada, no entanto, é comparável ao negócio fechado por Lemann e Verônica Serra, sócios do fundo Innova, na compra de 20% da minúscula sorveteria Diletto, de Cotia (SP), por R$ 100 milhões. A empresa, que tem dois anos de vida e fatura R$ 30 milhões por ano, foi avaliada em R$ 500 milhões. Ou seja: 17 vezes o faturamento. Se o critério utilizado na Heinz fosse semelhante, a empresa americana valeria US$ 195,5 bilhões, e não os US$ 23 bilhões pagos pelo 3G. A relação preço/lucro da Diletto é desconhecida, uma vez que seus números não são públicos e não se sabe sequer se a companhia começou a lucrar.

Procurados pela reportagem do 247, nem o fundo Innova nem o bilionário Lemann informaram quais foram os critérios que embasaram a aquisição. Por exemplo, quem fez a avaliação e quais foram os parâmetros utilizados?
Verônica, como se sabe, é filha de José Serra e teve seus negócios esquadrinhados no livro “Privataria Tucana”, um best-seller publicado pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior.  Depois de uma bolsa de estudos em Harvard, concedida pelo próprio Jorge Paulo Lemann, ela se tornou gestora de fundos de investimento, ao lado do marido Alexandre Bourgeois.

Lemann, por sua vez, foi diretamente beneficiado no governo FHC, pela decisão mais importante de sua trajetória empresarial: a aprovação, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, da fusão entre Brahma e Antarctica, ocorrida em 1999, que lhe deu 70% do mercado brasileiro e musculatura monopolista para crescer em outros países.

Naquele momento, o Cade era presidido por Gesner Oliveira e José Serra era candidato à sucessão de FHC. Serrista de carteirinha, Gesner se tornou presidente da Sabesp, estatal de saneamento, no governo tucano. E, depois da fusão Brahma-Antarctica, o Cade jamais voltou a permitir a realização de outros atos de concentração de mercado tão intensos. Por exemplo, ao comprar a Sadia, a Perdigão se viu forçada a vender vários ativos.

Leis que restringem monopólios existem nos Estados Unidos desde o início do século passado para proteger indivíduos e consumidores do poder das grandes corporações. Recentemente, ao tentar comprar a cervejaria mexicana Modelo, Lemann teve suas pretensões barradas por autoridades regulatórias dos Estados Unidos, país onde ele também enfrenta a acusação de aguar a cervejaria Budweiser, prejudicando a qualidade de um ícone americano, em favor do lucro.

O caso Diletto é tão fora dos padrões que gerou até uma movimentação atípica, nos meios de comunicação, para preservar as imagens de Lemann e de Verônica. Nas reportagens, o nome da filha de Serra aparece no fim, quase escondido. Além disso, embora a transação tivesse sido anunciada na noite de segunda-feira, uma reportagem-exaltação já aparecia impressa, na manhã do dia seguinte, na versão brasileira da revista Forbes, sobre o "estilo Lemann" e o porquê da decisão de entrar no mercado de sorvetes.

O IMPERIALISMO PERDEU :MCDONALD'S PERDE NA JUSTIÇA



Justiça manda McDonald's ajustar jornada de trabalho e garantir salário mínimo

Decisão abrange cerca de 600 lojas que empregam em torno de 42 mil funcionários no país

De acordo com a procuradoria do Trabalho, a decisão abrange cerca de 600 lojas, que empregam um total de 42 mil funcionários. A ação judicial começou no ano passado e, inicialmente, obrigou apenas os restaurantes da rede em Pernambuco a modificar os contratos de trabalho. De lá para cá, o Ministério Público tentou negociar com a empresa um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), no qual a companhia assumiria o compromisso de evitar algumas práticas.
Segundo a PGT, a empresa adota uma jornada "móvel variável", comprometendo-se a pagar o valor por hora se o funcionário cumprir até oito horas diárias. "A prática faz com que o empregado esteja, efetivamente, muito mais tempo à disposição da empresa do que as oito horas de trabalho diárias previstas nos contratos 'normais' de trabalho, além de não garantir o pagamento sequer de salário mínimo", diz nota divulgada pela PGT.
Com a decisão, a Justiça estende para todo o país os efeitos da liminar que afetava apenas Pernambuco. Na liminar, a magistrada impõe multa mensal de R$ 3 mil para cada funcionário proibido de levar comida de casa.
A Arcos Dourados negou ilegalidades. Em nota, disse ser "reconhecida por suas boas práticas trabalhistas e por cumprir todas as normas e legislações do País". De acordo com o comunicado, a empresa "cumpre o pagamento de todas as horas em que o funcionário está à disposição no restaurante, desde o momento em que chega até o que sai" e que isso é registrado por meio de "sistema de ponto eletrônico biométrico". Em relação à comida de funcionários, a companhia disse que oferece "refeições de qualidade, nutricionalmente equilibradas, conforme as condições especificadas". A Arcos Dourados informou, por último, que "vem mantendo um diálogo de mútua colaboração com o Ministério Público do Trabalho."

O ASPONE MAIS CONHECIDO DA REGIÃO DA COSTA DOCE.


OS ASPONES FOI UMA SÉRIE DE TV QUE RIDICULARIZAVA O FUNCIONÁRIO PÚBLICO:

      Ela apresentava um grupo de funcionários públicos, mais conhecidos como aspones (Assessores de Porcaria Nenhuma), que trabalham noFMDO (Fichário Ministerial de Documentos Obrigatórios), uma repartição pública onde não se tem o que fazer. Assim, criam o FMDO (Falar Mal Dos Outros), o que faz com que eles se ridicularizem entre si e aos que ali se dirigem..

Bueno todo município , cidade, núcleo urbano ou similar tem seu ASPONE, aqui na região da Costa Doce temos o nosso mais famoso ASPONE que durante a ditadura militar foi detido pelo regime, ja foi candidato várias vezes sem ser eleito, e transferiu de município para manter seu cargo em evidência "ASPONE"...e transitou por vários partido inclusive fundando um partido especifico no município onde reside para se manter no cargo de ASPONE, sai governo e entra governo e o ASPONE  da Costa Doce está lá intacto no cargo lendo seu jornal e articulando como se manter por mais um tempo ASPONE.

O nosso ASPONE é muito atarefado , pois não sabe a quem responder e nem a quem assessorar , pois como bom ASPONE ele passa desapercebido, sem ser notado e quem não é notado não é reclamado , chamado e invocado e por tanto tem um trabalho imenso em achar um trabalho para fazer.

O ASPONE, coitado, não sabe o horário de trabalho , pois não lhe passaram , o bem da verdade ele não responde a chefe nenhum, mas em época de campanha dá o troco pois se torna informante precioso de todos os lados e de lado nenhum , mas todos tem um medo incrível de suas previsões , não vá que ele acerte algo, ou que ele saiba de coisas escabrosas, no qual seu departamento esteja ciente, e  outros departamento não saibam.

O ASPONE da Costa Doce adora tomar aquele wiski, mas jamais fica de porre, pois ele controla sua compulsividade com atividades de ASPONE, seja hoje ou a vinte anos o discurso deste ASPONE continua o mesmo e procurando o que jamais encontrou trabalho a não ser de ASPONE.

terça-feira, 19 de março de 2013

A "FIESP" PATROCINAVA A TORTURA DURANTE A DITADURA.