terça-feira, 8 de março de 2016

História do Dia Internacional da Mulher

História do Dia Internacional da Mulher

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História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data 

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

FHC PAGOU POR ABORTOS E MENTIU PARA O POVO BRASILEIRO COM A CONIVÊNCIA DA REDE GLOBO....


MIRIAN DUTRA , EX AMANTE DE FHC REVELA A VERDADE PARA O MUNDO, SOBRE SEU RELACIONAMENTO COM O EX. PRESIDENTE, EM ENTREVISTA PARA FOLHA DE SP. VEJA ALGUNS TRECHO ABAIXO...



Ela ainda revela que FHC deu um apartamento no valor de 200 mil euros ao filho não assumido pelo tucano, Tomás Dutra.

Trecho da entrevista concedida pela ex-amante de FHC à Folha de São Paulo:

Por que decidiu falar, depois de 30 anos?

Para mim foi muito difícil. É muito complicado porque a minha vida inteira sempre foi trabalho e, de repente, essa história pessoal cruzou a minha vida.

Como foi a história de vocês?

Eu o conheci em janeiro de 1985, quando Tancredo [Neves] estava no hospital. Eu estava jantando no restaurante Piantella [em Brasília] com vários amigos jornalistas e ele entrou sozinho. Um amigo jornalista o convidou para a nossa mesa.

Logo que a gente se conheceu, um mês depois, ele disse para mim, era o governo Sarney: "Vai ter espaço para mim. Eu tenho que ser presidente. Só eu tenho capacidade para levar este país".

Dei a entrevista à revista "BrazilcomZ" para desmentir tudo o que escreveram ao meu respeito. Eu quero que meu nome não fique numa rede social como uma rameira. Eu fui uma pessoa apaixonada por um homem. Quando tentei sair

Descobriu que estava grávida

Eu estava grávida de quase três meses. Eu não estava aguentando mais essa história toda de ser amante, de ser a outra. Aí eu fiquei quieta, esperei ele voltar [de viagem] e, quando voltou, foi jantar na minha casa.

Quando disse que estava grávida, ele disse "você pode ter este filho de quem você quiser, menos meu". Eu falei: "não acredito que estou escutando isso de uma pessoa que está há seis anos comigo".

Ele pediu para você abortar?

Pediu. Óbvio. "Eu te pago o aborto agora", disse. Aliás, vou te contar uma coisa mais séria ainda. Durante os seis anos com ele, fiquei grávida outras duas vezes, e eu abortei.

Ele soube?

Ele pagou. Pagou por dois abortos. Eu não queria ter outro filho, eu tinha minha filha estava muito feliz. Nunca pude tomar pílula, colocar DIU [método intrauterino], porque tenho um problema de rejeição absoluta a hormônio que venha de fora. Ele sabia disso.

O que houve a partir daí?

Aí que, pela primeira vez, em seis anos, ele deixa de falar comigo. Porque sentiu que a decisão era firme. Aí eu disse que não tinha que contar para ninguém quem era o pai, que era livre e desimpedida....

Continue lendo a entrevista de Mirian Dutra NO PORTAL DA FOLHA DE SÃO PAULO....http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/02/1740584-nao-quero-morrer-e-isso-ficar-na-tumba-diz-jornalista-sobre-fhc.shtml

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

OS VEREADORES RETARDATÁRIOS DE CAMPINAS: MACHISTAS OU "RETARDADOS"

Simone de Beauvoir e o Enem


O Enem, apesar de ainda precisar ser aprimorado, é uma evolução em relação aos clássicos vestibulares. Em 2015, causou polêmica ao citar a escritora e filósofa francesa Simone de Beauvoir. Vereadores de Campinas, num surto hilariante de obscurantismo, aprovaram moção de repúdio a Simone. Em 1949, ela publicou um dos mais influentes livros do século XX, O segundo sexo. Virou referência para o feminismo. Boa de fórmulas, como costumam ser os franceses, cravou: “Não se nasce mulher, torna-se”. Nada há de diabólico nisso. Significa apenas que papéis sociais são definidos socialmente. O lugar da mulher nas sociedades dominadas pelos homens nada tem a ver com anatomia, biologia ou natureza.
É só uma construção histórica.
Papai no trabalho, mamãe em casa? A anatomia nada tem a ver com isso. Essa concepção é apenas uma construção histórica que se converteu em ideologia machista. O próprio das ideologias é a naturalização de “verdades”. Seria assim por força da natureza. Conversa fiada. Sempre que uso tal expressão, ruborizo. É desagradável, vulgar, impositivo, autoritário. Em alguns casos, contudo, parece inevitável. Simone de Beauvoir foi uma maravilhosa intelectual.
O machismo gostaria de reduzi-la ao papel de “mulher” de Jean-Paul Sartre.
Os vereadores de Campinas, que aprovaram a censura contra ela, enxergam-na como um monstro propagador da perigosa ideia de gênero. Graças a mulheres como Simone os machos foram tirados da zona de conforto que os situava como chefes de família e os liberava das tarefas domésticas e da divisão de todas as responsabilidades.
Simone ajudou a mostrar que as mulheres não são objetos nem propriedades dos homens. Mais do que isso, que não precisam ser protegidas por seus senhores da guerra nem tuteladas. Fazer um jovem refletir sobre gênero é mais importante do que obrigá-lo a marcar uma cruzinha para responder a questões transcendentais como: quando Caxias “pacificou” o Rio Grande do Sul ele era? a) Barão, b) Duque, c) Conde, d) Visconde, e) Nenhuma das repostas anteriores. O conhecimento funciona como um sistema de hierarquia social. Fixa dominantes e dominados. A educação, muitas vezes, cumpre o triste papel de reprodutora das desigualdades dominantes. A meritocracia só será justa e real quando as condições de preparação entre os competidores forem equivalentes. Fora disso, é uma farsa. Simulacro.
A fórmula de Simone pode ser aplicada aos machistas e aos obscurantistas. Não se nasce machista. Torna-se. Não se nasce obscurantista. Torna-se. Pela cultura. De certo modo, a natureza é uma invenção cultural. Simone morreu em 1986. Ao longo dos seus 78 anos, escandalizou os conservadores, iluminou o caminho das mulheres, lutou contra a barbárie da dominação masculina. Ainda continua chocando os retardatários de Campinas. É a glória.
Em 1888, diante da impossibilidade de frear a libertação dos escravos, o senador Paulino de Souza bradou: a abolição é inconstitucional, antieconômica e desumana. Para alguns, a emancipação da mulher também. Belo Enem. A questão de gênero é fundamental.
Só os machões temerosos é que tentam negá-la.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A SITUAÇÃO DOS REFUGIADOS NA SÍRIA É CULPA DOS EUA.

FALTOU COMBINAR COM OS RUSSOS - OS EUA E A SITUAÇÃO NA SÍRIA.




Tendo aberto a Caixa de Pandora na Síria, ao tentar retirar esse país da área de influência de Moscou, armando terroristas islâmicos para derrubar o governo - aliado russo - de Bashar Al Assad, e depois de destruir, nessa tentativa, a nação que tem mais refugiados hoje espalhados pelo mundo, Washington reconhece agora que terá de negociar com Moscou por meio de "discussões táticas práticas", para evitar "erros de cálculo" que possam colocar os EUA e a Rússia em conflito no teatro de operações sírio.

Incapaz de colocar tropas no local - seu negócio é brincar comjoysticks, bombardeando apenas algumas posições do Estado Islâmico, um inimigo que eles próprios criaram, no Iraque e na Síria, dois países que estavam estáveis e em paz antes das recentes, em termos históricos, intervenções dos EUA e de seus aliados - Washington diz que quer evitar que algum soldado russo, existem vários deles no país, sediados na base naval russa de Tartus e na base aérea síria de Latakia - seja inadvertidamente ferido por ações militares "ocidentais", dirigidas contra os terroristas.

Na verdade, por trás das declarações norte-americanas - "queremos evitar problemas", afirmou o porta-voz do Pentágono, Peter Cook - está o reconhecimento tardio dos EUA, de três situações óbvias; 

Primeiro, a da tremenda imbecilidade estratégica que os Estados Unidos cometeram, ao incentivar e armar terroristas "islâmicos" para derrubar um governo leigo e estável, propiciando a destruição de todo um povo e o surgimento de um exército de psicopatas, assassinos e estupradores, que dificilmente será controlado nos próximos anos.

Em segundo lugar, a de que, sem o auxílio dos russos, combatendo ao lado de Bashar Al Assad, será impossível tentar ao menos enfraquecer o ISIS, ou EI, na frente síria, ou manter ali, ocupados, parte de seus combatentes, aliviando a pressão sobre outras frentes nas quais os Estados Unidos e a OTAN estão mais diretamente envolvidos, como a do Iraque.

E, em terceiro lugar, o reconhecimento do poder russo na Síria, como país sob influência direta de Moscou, que era justamente o que os EUA tentaram desafiar desde o início. 

Não teria sido mais fácil ter feito isso há três anos, antes de arrebentar com  toda a região, e de provocar a morte de centenas de milhares de homens, mulheres e crianças e o exílio forçado, na maior parte para campos de refugiados no meio do deserto, de - até agora - um terço da população síria?

Por outro lado, para não dar o braço a torcer, os EUA e a União Europeia anunciaram também, nesta semana, que estão pensando em "prorrogar" as sanções contra Moscou, para além de 2015.

Eles têm é que pesar as consequências, para, também por ali, não continuar atirando contra si mesmos, transformando o pé em uma peneira. O agravamento da situação na Rússia tem direta influência sobre a economia e as condições de vida na Ucrânia, que depende de Moscou, entre outras coisas, para não congelar no inverno como um imenso picolé, até a medula.

Como já lembramos antes, se houver um conflito de maior escala entre a Rússia e a Ucrânia, a União Europeia será invadida por nova onda de refugiados, ao Leste, diante da qual as "invasões bárbaras" de pobre emigrantes, vindos do Mediterrâneo, vão parecer - com o perdão da palavra - uma brincadeira.   

terça-feira, 15 de setembro de 2015

OPERAÇÃO ZELOTES MOSTRA O DNA DOS MORALISTAS CORRUPTOS.

Operação Zelotes em Porto Alegre

Postado por Juremir em 14 de setembro de 2015 -
Hoje tem audiência pública sobre a Operação Zelotes na capital gaúcha. É a investigação, sob a responsabilidade do procurador Frederico Paiva, que trata do pagamento de propinas por empresas para economizar com a Receita Federal. Na lista estão empresas gaúchas: RBS, Gerdau e Marcopolo. A RBS teria pago R$ 15 milhões por fora para não ter de entregar R$ 150 milhões ao fisco. O rombo apurado pela Zelotes bota o da Lava-Jato no chinelo: mais de R$ 600 bilhões. Tenho acompanhado de perto, como jornalista, a Zelotes. Já fizemos entrevista no Esfera Pública, da Rádio Guaíba, com o procurador Paiva.
Eu fui o primeiro a informar, no twitter, que um gaúcho seria citado na rede da Zelotes. Sabia que era Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União, o homem que quer pedalar Dilma Rousseff da presidência da República para alegria da oposição. Eu soube disso logo depois das diligências feitas na pacata cidade de Santo Ângelo.Por prudência jornalística, dei as pistas, mas não o nome, em seguida citado pela revista CartaCapital, pelo blogue Cafezinho e depois noticiado pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. A mídia tentou, mas não conseguiu guardar a notícia no cofre.
A Zelotes mexe num pulgueiro. Muita gente boa acha que sonegar não é crime. Nas manifestações verde-amarelas contra Dilma, em março, abril e agosto, havia cartazes defendendo que sonegar é ato de legítima defesa. O assunto dificilmente chega às manchetes dos telejornais globais. Mesmos os parlamentares não se ocupam dele. A grande exceção é deputado gaúcho Paulo Pimenta (PT).
Felizmente o juiz Ricardo Augusto Soares Leite – que sentava em cima de todas as demandas do Ministério Público, como o pedido de prisão de 26 suspeitos – foi substituído. O procurador Frederico Paiva não estava com a “sorte” de contar com um juiz Sérgio Moro. Por que será?
Terá a ver com o fato de investigar poderosas empresas de comunicação?
Seis empresas integram a lista das favoritas para constar na relação das primeiras denunciadas pelo Ministério Público. A RBS e a Gerdau estão entre elas. Os céticos garantem que nenhum grã-fino conhecerá um par de algemas nem as instalações de uma prisão ao estilo paranaense. O buraco seria mais embaixo ou muito mais acima. O Brasil tornou-se um país tragicômico. Chora-se e ri ao mesmo tempo. Convulsivamente. Investigadores são investigados. Moralistas não têm moral. Controladores de contas passam a ser controlados pela análise do que passaram ou apagaram. Ninguém parece escapar. O olhar da mídia, contudo, é bastante seletivo. O bacana seria juntar a Zelotes e a Lava-Jato numa purificação total da nação. Os que se entusiasmam com a Lava-Jato tendem, contudo, a não sentir tesão pela Zelotes.
A Lava-Jato detonou a relação dos políticos com as empreiteiras. A Zelotes traz à tona as nada republicanas relações de empresas de ramos variados com intermediários para sangrar o tesouro nacional pela burla à Receita Federal. Sem políticos na jogada, a mídia perde um pouco do interesse pela novela. Com mídia na parada, o resto do interesse vai pelo ralo. Sonegar é como estupro. Cadeia.
Chegará o tempo utópico de ver atrás das grades os que sonegam impostos?

domingo, 23 de agosto de 2015

O POVO GAÚCHO E O PILANTRA.

      FALTA DE RESPEITO E PILANTRAGEM COM POVO GAÚCHO.

    

     Todos sabem reconhecer um pilantra, quado veem um, mas poucos acreditam que aquele homem ou mulher, realmente é um pilantra , muitas vezes pagam para ver, realmente no que estão vendo, é o que parece ser,  depois de apostar no pilantra não podem voltar atras, e passam a defende-lo, ou não , pois vai da índole de cada pessoa.
      
     Na campanha para governador de 2014 aqui no RS, tinha muitos candidatos, com projetos de governos muito distintos e alguns semelhantes, claro a população logo ficou meia confusa e talvez não sabia bem em quem apostar seu precioso voto, logo começou as especulações de pesquisas, umas fajutas e outras traziam algumas certezas, mas no meio disto tudo tinha um candidato que não apresentava nada, ou seja não tinha projeto de governo , não prometia nada, só dizia que depois de eleito não aumentaria impostos e resolveria todos problemas da saúde , educação, segurança publica e para isso não faria nenhum empréstimo .
     
     O candidato diferente tinha como principal aliada sua mamãezinha , que dizia que se votasse no seu filhinho o povo gaúcho não iria se arrepender , pois como filho ele jamais havia decepcionado-a. O povo gaúcho cansado de promessas e projetos de governos resolveu votar em quem não prometia nada de concreto, que não tinha projeto de governo, que só pensaria em soluções para os problemas dos gaúchos só depois de eleito, que tinha a família a seu lado , no caso sua mãe, mais do que isso colocara os professores baderneiros em seu devido lugar, ainda na campanha, ou seja, na TUMELERO, o mais interessante deste candidato que ele não pertencia a partido nenhum, pois seu PARTIDO ERA O RIO GRANDE.
     
     O povo gaúcho pagou para ver, apostou todas suas fichas, acreditou cegamente que seu voto era correto, pois jamais imaginou que tudo aquilo fazia o jogo de cena de um dos maires pilantras da história política do Rio Grande do Sul, um verdadeiro estelionato eleitoral , só comparado a Collor de Mello cujo candidato apoiou quando este foi eleito, o povo gaúcho tão ético e seguro de suas posições politicas, apostou em um pilantra, que sonega a própria cidadania dos gaúchos, que hoje sente vergonha por ser governado por um pilantra.

terça-feira, 14 de julho de 2015

MUJICA DETONA COM A EXTREMA DIREITA NO BRASIL.


Mujica acusa extrema direita no Brasil de querer "criminalizar" governo Dilma

 

O ex-presidente do Uruguai, José Mujica (2010-2015), disse nesta terça-feira em seu programa de rádio que a extrema direita brasileira promove uma campanha para "criminalizar o PT porque não pode aceitar a liderança de homens e mulheres que não são da sua entranha".

"Há uma dura, frenética e pensada campanha da extrema direita que procura criminalizar o PT, a senhora presidente (Dilma Rousseff) e Lula", opinou Mujica, que acrescentou que essa conjuntura lembra a época de Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954), "esse grande presidente da história do Brasil".
O ex-presidente não fez referências a episódios concretos, mas assinalou que essa campanha de "criminalização começou há mais de dois anos, e usa toda a artilharia possível, naturalmente tendo como ponta de lança os grandes meios de comunicação que estão ao seu serviço".
Para ele há um Brasil "conservador, reacionário, que pensa com um selo paulista como se São Paulo fosse uma nova metrópole, e que como tal o resto do país deve se subordinar".
Desde o início deste ano, o chamado Movimento Brasil Livre, nascido em São Paulo, convocou protestos em várias cidades do país contra a presidente brasileira, a acusando de ter responsabilidade no escândalo de desvio de dinheiro público na Petrobras.
Em maio, cerca de 300 manifestantes em Brasília entregaram ao Congresso um documento exigindo o início de um julgamento político para a cassação de Dilma por corrupção.
Nesse contexto, Mujica classificou como natural que se queira "obscurecer a façanha" que o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva significou porque "esse ranço capitalista do Brasil imperial não pode aceitar a liderança de homens e mulheres que não são de sua entranha, mas definitivamente tendem a ser e representar as imensas maiorias".
"Tirar 40 milhões de cidadãos da miséria. É isso o que significou o governo do PT e principalmente o impulso de Lula, assinando talvez em termos quantitativos a maior façanha da história econômica da América Latina, se por façanha se entende como vivem as pessoas e não simplesmente números, papéis", avaliou.
Além disso, Mujica sustentou que a política de inclusão social realizada pelo governo petista no Brasil desde 2003 não foi suficiente porque ainda há "diferenças internas avassaladoras que conseguiram diminuir, mas só diminuir", e afirmou que ainda há "muito pela frente".
"Este dilema político que está colocado hoje definirá a sorte de milhões de brasileiros que, conscientes ou não, ainda sofrem discriminação de caráter econômico nesse país continental, tão rico e tão importante para o resto dos latino-americanos", ressaltou.
No final dos quase 10 minutos que dedicou a este tema na rádio local "M24", o ex-presidente uruguaio disse que "está com aqueles que dentro do Brasil lutam pela igualdade, pelo desenvolvimento, por compartilhar a riqueza, por fazer crescer a justiça social e por multiplicar a irmandade entre os povos latino-americanos".
"O outro é uma lição imperial que já conhecemos e naturalmente não podemos ser neutros", concluiu.

domingo, 5 de julho de 2015

OS IMBECIS , OS CONSERVADORES E A EXTREMA DIREITA SÃO OS FASCISTAS DO BRASIL ATUAL.


PROFESSOR DE STANFORD SOBRE AGRESSOR DE DILMA: “FASCISTA E IMBECIL”

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Um professor da universidade de Stanford escreveu uma carta à imprensa brasileira, para protestar contra os ataques de dois estudantes brasileiros à presidenta Dilma; "Esperemos que a imprensa brasileira, que deu imenso cartaz ao fascista, dê também atenção ao protesto antifascista dos professores e alunos de Stanford", diz o texto; segundo o documento, "os xingamentos lembram "a virulência de grupos políticos fascistas"; a carta afirma que os ataques mostraram "o trágico resultado de dar energia e exposição para esse tipo de imbecil

Por Paulo Blikstein, professor na Universidade de Stanford, EUA

Carta enviada ao Painel do Leitor da Folha, sobre um “protesto” durante a visita de Dilma à Stanford.
Durante a visita de Dilma aos EUA, professores e alunos do Lemann Center, um centro que estuda educação brasileira na Universidade de Stanford, se organizaram para falar com a presidenta. Nossa reunião foi frustrada porque dois jovens brasileiros furaram a segurança de Stanford, entraram no prédio, e dirigiram ofensas lamentáveis à presidenta, no mesmo recinto onde estavam convidados como Mark Zuckerberg e o chairman do Google, Eric Schmidt.
O direito de protestar é um pilar da democracia. Mesmo entre os alunos brasileiros de Stanford, há aqueles que são partidários do governo e os que estão na oposição.
Mas o tipo de ataque desses dois jovens (que têm fotos com Jair Bolsonaro no Facebook), lembra a virulência de grupos políticos fascistas que infelizmente proliferam pelo mundo. Entre erros e acertos do governo e da oposição, há um erro que ambos devem evitar a todo custo: ignorar o perigo do crescimento desse tipo de ideologia violenta e fascista, normalmente acompanhada de homofobia e racismo.
Há oposição construtiva e inteligente no país, e ela não deve jamais se deixar confundir ou se aliar a esses grupos. O governo, por sua vez, não deve também confundir a oposição responsável com esses grupos que sempre acabam do lado errado da história.
Os recentes acontecimentos em Charleston, nos EUA, mostram o trágico resultado de dar energia e exposição para esse tipo de imbecil.
Paulo Blikstein

sexta-feira, 19 de junho de 2015

SENADORES FASCISTA DO BRASIL VÃO PARA VENEZUELA TUMULTUAR E SÃO ESCORRAÇADO PELO POVO.




Senadores brasileiros que em outras épocas, e mesmo neste ano, defenderam a implantação da ditadura militar no Brasil, ou seja, adeptos da tortura e tudo que for antidemocrático, estes "político" viajaram para Venezuela, com o objetivo de visitar alguns presos políticos , na verdade o objetivo era de tumultuar e aparecer na mídia local, como sentinelas da democracia.

Estes senhores que viajaram ao país vizinho, queriam mostrar aquilo que jamais foram , ou seja ,democráticos, pois seus partidos, são adeptos, aqui no Brasil do Fascismo, pois enquanto foram governo, massacraram grupos de pessoas sem tetos, desempregados, homossexuais, sem terra, estudantes, líderes sindicais, professores, enfim a ficha corrida de Caiado , Agripino, Aloísio Nunes  e Aécio enquanto governos, é muito negativa, atacavam qualquer manifestação contra seus governos.

Um exemplo do neo-fascismo, é o  governo do PSDB do Paraná, pois atacaram covardemente uma manifestação pacifica dos professores, deixando centenas de professores feridos gravemente. Estes senadores fascista que foram a Venezuela, sentiram na pele a fúria popular, e por pouco não foram linchado pela população, daquele país, pois aquele povo, que durante muito tempo foi roubado pela elite local, aliado dos norte americanos, sabe muito bem quanto custa um governo igualitário e democrático, dos recursos naturais, ou seja, a Venezuela esta há anos luz frente ao Brasil , pois nossas elites fascista, com as suas lideranças, foram as ruas, junto a uma pequena parcela da população, recalcada, com gosto autoritário, de viés ditatorial pedir a volta do fascismo militar,ou seja dos milicos.

É impressionante a vocação dos políticos brasileiro para apoiar a violência , de lutar contra governos democráticos pró trabalhadores, preferem bajular a política dos EUA, de intervenção nas republicas democráticas e de esquerda,pois começam a se libertar das amarras torturante do capitalismo selvagem, que mata a população pela falta de alimento ,escravizam os trabalhadores e tiram seu direitos. Nossos Senadores deram um péssimo exemplo, tentando intervir na política doméstica de um vizinho, que cresce economicamente no mínimo o triplo do Brasil por ano.